sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Entrevista com o guitarrista e baixista Vitor Hugo Pedroso

  O guitarrista e baixista cotegipense Vitor Hugo Pedroso foi entrevistado por Kalísley Rosinski e comenta a nova fase de sua carreira na Banda Cocktail Jamaica. Vitor Hugo que estudou durante 10 anos com Luciano Dorneles, já realizou algumas aberturas de shows importantes, como Skank, Nenhum de Nós, Papas da Língua e Engenheiros do Hawaii.
  Apesar de seu talento, diz que a carreira musical não foi uma opção de profissão: “Simplesmente comecei a tocar (não lembro com que idade) e depois as coisas foram acontecendo, bandas e trabalhos, mas sinceramente nunca foi uma opção de vida para mim. Simplesmente aconteceu”, diz Vitor Hugo.
  A Banda Cocktail Jamaica é um projeto novo na carreira de Vitor, que fez com amigos que estavam querendo realizar uma "onda" mais reggae e pop. Porem ao ser questionado sobre objetivos que pretende alcançar em sua carreira musical, Vitor diz: “Não tenho nenhum objetivo mais dela. Hoje é mais uma distração, um hobby”.
  Alguns dos ídolos de Vitor que o inspiram são George Benson, Greg Howe, Richie Kotzen, David Gilmour e Steve Vai. Porem comenta a dificuldade de se viver de musica hoje em dia: “Com certeza é muito difícil, no Brasil principalmente. Hoje em dia os grandes e verdadeiros músicos estão tocando com artistas de renome ou simplesmente acompanhado algumas bandas. Podemos dizer que viver da música é muito mais por paixão do que qualquer outra coisa”, revela Vitor Hugo.


segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Entrevista com Paula Palmiérí


Artista completa é a melhor forma de descrever Paula Palmiérí, que foi entrevistada por Kalísley Rosinski. Atriz, modelo, cantora, contorcionista, bailarina aérea, clown, apresentadora, fotógrafa, maquiadora, dubladora, entre outros muitos dons que Paula tem, além de ser engajada em projetos sociais, de sustentabilidade e direito dos animais. Atualmente ela faz a Dra Luciana da novela Vidas em Jogo da Rede Record. Na TV já atuou também em Passione e Tititi na Rede Globo e Os Mutantes - Caminhos do Coração e Promessas de Amor da Rede Record. No teatro já participou de mais de 20 espetáculos. Atualmente, é membro de três cias teatrais: “Arlequinos”, “Arteatrando” e “Guapos” e está montando dois espetáculos, “Bichos - O Musical” e um monólogo.

Kalísley Rosinski - Quando descobriu que tinha tantos dons artísticos?
Paula Palmiérí - Sempre estive muito envolvida com a arte. Meus avós eram artistas, um cantor lírico e artista plástico, o outro poeta. Eu desenho e faço esculturas desde criança. Com dois anos entrei no ballet clássico... Acho que nunca parei pra pensar quando tudo começou, porque meus dons artísticos sou eu. Sem a arte eu não existiria.

KR- Qual o papel mais significativo que já realizou como atriz?
PP - Difícil responder. Foram tantos espetáculos... Wendla de "O Despertar da Primavera" foi um personagem importante para mim, por tudo o que ele representa. E com certeza a Hiromi de "Os Mutantes" marcou minha vida, foi meu início na teledramaturgia.

KR - Você atua em muitas peças de teatro. É fácil fazer teatro hoje em dia?
PP - Fácil, fácil, não é. Por isso tem que amar o palco! Às vezes não há patrocínio, outras temos que ensaiar em locais improvisados etc. Pra mim ainda há um agravante, pois uma das minhas Cias é em Amparo-SP e todos os atores moram lá; menos eu! Já trouxe o diretor para me ensaiar aqui no Rio numa época que eu gravava muito... só tínhamos as madrugadas para trabalhar! 

KR - Quais objetivos que ainda pretende alcançar em sua carreira?
PP - Muitos! Mas estou curtindo cada passo dado. Sou feliz como sou e com o que eu tenho, agora. Sem cobranças cruéis comigo mesma. A eternidade me pertence.

KR - Quando você se descobriu uma protetora dos animais?
PP - Nasci assim. Amo os animais, humanos e não humanos. Tenho uma ligação especial com os bichos... Consigo "ouví-los", consigo sentir o que sentem, não sei se é um dom especial, acredito apenas que me livrei dos preconceitos com relação à eles, por isso, nos comunicamos tão bem.

KR - Há quanto tempo você é vegetariana e por que optou por essa dieta?
PP - Eu me tornei vegetariana quando percebi que eu comia bichinhos. Como eu poderia comer um ser que eu amava? Não era apenas uma comida, era alguém que tinha sentimentos e havia sido assassinado! Não podia continuar compactuando com essa crueldade. E eu era bem pequena, foi um reboliço na família.

KR - Você realiza algum trabalho voluntário em prol dos animais?
PP - Eu ajudo amigos que fazem lar temporário para animais doentes e desabrigados, com alimentos e remédios. Também quando posso, vou ao Campo de Santana ajudar a cuidar dos bebês-gatos. Eu adotei minha filha Safira lá; é uma gatinha que foi abandonada em um saco preto, amarrado, com mais seis gatinhos. Uma cena muito triste. 

KR - Tem algum animal companheiro hoje?
PP - Claro que tenho, eu já tive vários animais, de morcego à jiboia. Os animais me seguem na rua, aparecem na minha casa e sempre que aparece algum ninho caído, animal abandonado, doente, meus amigos levam pra mim. Agora estou com as duas gatinhas lindas! Minhas filhotas: Safira e a Doralice. Elas eram de rua, a Safira eu peguei no Campo de Santana e a Doralice eu ganhei da repórter que está me entrevistando! (Risos)


KR - O que acha das campanhas polêmicas que a ONG PETA realiza geralmente usando fotos de artísticas nus?
PP - Eu não conheço muito. Mas acredito que de todas as campanhas vegans que existiram essa foi a que mais chamou a atenção.
Se mais pessoas se tornam vegans, eu não sei, mas muitas ficam incomodadas, porque mexe com grandes tabus dos humanos. O incômodo é o primeiro passo para a reflexão e quem sabe depois, há uma mudança de atitude?


KR - Você faria uma foto nua para uma campanha em prol dos direitos dos animais?
PP - Faria sim, claro! Se a campanha for interessante e eu acreditar no propósito, por que não? A nudez pra mim não é tabu. Eu fui modelo de nu artístico em escola de arte muitos anos. Acredito que está mais do que na hora de desvincularmos a nudez do sexo, da promiscuidade. Lógico que a nudez pode ser usada para esses fins, mas, ela é algo natural, somos nus. Precisamos nos olhar com menos malícia.

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Entrevista com Bia e Branca Feres


As Gêmeas do Nado Sincronizado, Bia e Branca comentam suas carreiras dentre e fora das piscinas


  Bia e Branca, as gêmeas do nado sincronizado e VJ’s da MTV, foram entrevistadas por Kalísley Rosinski e comentam suas carreiras dentro e fora das piscinas. As duas entraram para o nado sincronizado aos sete anos, pois queriam ser as pequenas sereias. Na MTV já apresentaram o programa de namoro "Bia X Branca", no final do ano passado, e também participaram do "Scrap MTV" e do "Luau MTV".
  As duas começaram a fazer natação e ginástica olímpica aos três anos, e com sete, entraram para o nado sincronizado: “Fomos matriculadas na natação para aprender a nadar o que era importante ainda mais sendo filhas de surfista, vivíamos na praia, e na ginástica olímpica para aprender a cair, porque nossa mãe entrava em pânico porque escalávamos as estantes e prateleira (risos). O nado foi uma escolha nossa aos 7 anos” revelou Branca Feres.
  Elas que já passaram 1/6 de suas vidas dentro da água, contaram que terem sido campeãs brasileiras na categoria dueto infatil no nado sincoronizado, foi um estimulo para trilhar uma carreira de mais de 15 anos de sucesso no esporte. Apesar de terem pedido dispensa da seleção esse ano, para poderem conciliar com a carreira artistica, disseram que ainda continuam treinando e competindo pelo Tijuca Tênis Clube.
  Sobre a carreira artística, as duas apostam como apresentadoras da MTV: “Fomos convidadas para participar do acesso MTV com a Mari Moon, e eles gostaram da gente, nos acharam espontâneas, e fomos convidadas para fazer um teste, e ai deu certo, e estamos  muito felizes na emissora!”,diz Branca Feres.


quarta-feira, 22 de junho de 2011

Global Water Dances - Cultura e Sustentabilidade

Cultura e Sustentabilidade

O Global Water Dances é um evento mundial de dança planejado para ocorrer dia 25 de junho de 2011. Serão 24h de dança por todo o planeta abordando o problema da água e sua preservação. E pela primeira vez o Brasil irá participar do evento, convite este recebido pela coreógrafa Giselda Fernandes, diretora artística do grupo Os Dois Cia de Dança.
O evento é um modelo de como usar a criação artística para conscientizar as pessoas sobre os problemas ambientais, e de como as unir no trabalho de solucionar esses problemas. Ainda hoje, cerca de cinco milhões de mortes por ano são causadas pela ingestão de água poluída. Participantes e espectadores do Global Water Dances irão aprender sobre o papel decisivo do ser humano na proteção das reservas de água.

Cada coreografia irá refletir a importância da água vista pela comunidade local e no ecossistema que compartilhamos no mundo todo. “
A intenção do evento é de mostrar a população o quanto temos que agir com consciência se tratando de preservação da água e da natureza, queremos através da arte mostrar o valor desse elemento precioso,” contou Fernando Dias, diretor do Grupo Guapos de Teatro, que também estará participando desse evento.
No Rio de Janeiro, o Global Water Dances será representado pela cia de dança Os Dois, Grupo Guapos de Teatro, estudantes da Escola e Faculdade Angel Vianna, bailarinos independentes, Aline Valentim e o Grupo Aláfia, o Coletivo Liquida Ação, O Coletivo Ciclobailarinos, músicos e artistas independentes na orla do aterro do flamengo (próximo ao nº 200) às 16h.
“Nós do Guapos sempre procuramos valorizar temas semelhantes a esse, o Global Water Dances só veio acrescentar na nossa luta, estamos imensamente felizes em poder contribuir e fazer parte desse movimento que reúne as duas principais coisas que abordamos e amamos, a arte e a natureza,” completou Fernando.
Mais informações:




sexta-feira, 17 de junho de 2011

I Mostra de Cinema Universitário

I Mostra de Cinema Universitário

Visando a estimular e a divulgar novos talentos do Cinema, pela primeira vez o Centro Cultural Municipal Oduvaldo Vianna Filho (mais conhecido como "Castelinho do Flamengo") promove, em parceria com o Grupo Guapos de Teatro, sua Mostra de Cinema Universitário. Reunindo 67 estudantes de Cinema e 59 produções, a Mostra fica em cartaz até 3 de julho e tem entrada franca.
Filmes e documentários sobre diversos assuntos vão alimentar a alma dos visitantes do Castelinho, que terão a oportunidade de ver o novo cinema produzido por jovens estudantes projetado nas paredes. A primeira universidade carioca parceira do projeto é a Estácio de Sá. Os curtas-metragens produzidos pelos alunos de cinema da instituição serão apresentados diária e simultaneamente. 
Serviço:
Mostra de Cinema Universitário – Centro Cultural Municipal Oduvaldo Vianna Filho (Castelinho do Flamengo) em parceria com o Grupo Guapos de Teatro
Local: Praia do Flamengo, 158. Tel.: 2205-0655
De terça a domingo, das 10h às 18h
Temporada: 07 de junho a 03 de julho
Classificação: livre

Mais informações: www.grupoguapos.jimdo.com

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Entrevista com Paulinho Serra


Humorista Paulinho Serra comenta sua trajetória de sucesso 

Um dos melhores humoristas da atualidade, Paulinho Serra foi entrevistado por Kalísley Rosinski, e comenta sua carreira de sucesso. Atualmente ele comanda o programa Quinta Categoria da MTV e é um dos integrantes do Comédia MTV. No teatro atua e dirige o grupo de humor Deznecessário, além de ser um dos pioneiros do stand-up comedy no país.

Paulinho começou sua carreira nos bastidores do teatro infantil onde fazia contra-regragem de uma peça. A partir daí se apaixonou pelo teatro e está nele até hoje com uma trajetória de sucesso. Sua inspiração tanto na vida como na comédia é o mestre Chico Anysio: “e nem preciso falar por que. Não existe um ator brasileiro melhor que ele”, diz Paulinho.
Em 2007 interpretou o Reportér Chorão e o Traficante Gay no Programa Pânico na TV da Rede TV, onde foi convidado após ter concedido uma entrevista ao Programa Pânico, da Rádio Jovem Pan. No ano seguinte participou da novela Duas Caras como o professor de sociologia argentino Ignácio Guevara e das novelas Pé na Jaca, Beleza Pura e Malhação da Rede Globo, porém acredita ser mais reconhecido pelo personagem Traficante Gay do que pelo professor Guevara.
Mesmo assim ao ser questionado sobre sua experiência em ter sido um dos integrantes do Pânico na TV, Paulinho dispara: “Foi sofrível, a maior parte do tempo não vesti a camisa em nome do Deznecessarios e isso me prejudicou muito”. Sobre a sensação em comandar o programa Quinta Categoria na MTV, Paulinho comenta: “Me lembro sempre da importância de eu ter  pedido demição do Pânico e ter focado no Deznecessarios”.
No cinema participou do filme "Os Normais 2", com Luiz Fernando Guimarães e Fernanda Torres.  Ter um programa só dele, é um dos objetivos que ainda pretende alcançar em sua carreira.


terça-feira, 26 de abril de 2011

Entrevista com Marcio Kieling

Marcio Kieling comenta sua carreira em frente e atrás das câmeras

Kalísley Rosinski entrevistou o ator gaúcho Marcio Kieling. Na TV ele interpretou o Perereca em Malhação, e participou de outras novelas da Rede Globo como  Desejos de Mulher, Agora É Que São Elas, Pecado Capital e apresentou durante três anos o programa Globo Ciência, na Rede Record em Bicho do Mato, Amor e Intrigas, Poder Paralelo e A História de Ester além de Os Ricos Também Choram do SBT. No cinema Márcio viveu o cantor Zezé di Camargo em 2 Filhos de Francisco, Gatão de Meia Idade, Vingança, Dores e Amores e Tolerância ao lado de Maitê Proença e Roberto Bontempo.



Kalísley Rosinski: Com iniciou sua carreira artística?
Marcio Kieling: Foi em Porto Alegre em 95 quando comecei fazendo publicidade, fiz alguns comerciais, num deles fui o protagonista e gravei durante 3 dias, a produção parecia de cinema, e foi ali que decidi investir na carreira de ator. Entrei em um curso de teatro, na qual meu tio fazia e me patrocinava, fazia alguns cursos livres, e fui em um, que diretores de Malhação me viram e me chamaram para integrar o elenco de apoio de Malhação, em 1997. 

KR: Como surgiu a oportunidade de participar da Oficina de Atores da Globo?
MK: Quando já morava no Rio, eu sempre quis fazer a oficina, pois sabia que muitos atores consagrados tinham saído de lá.
Todo mundo falava que precisava de um Q.I ,famoso "quem indica", então foi aí que pedi para o diretor de Malhação me indicar. Foi quando cheguei nos Recursos Artísticos da Globo e disse que tinha uma indicação, mas me informaram que não se tratava de ter indicação ou não, e sim  teria que fazer teste de qualquer maneira. Eu fiz o teste é graças a Deus eu passei. Foi uma grande escola para mim, pois eu era novo, não tinha muita experiência, e por isso não tinha vícios de interpretação. Acabei fazendo duas vezes a Oficina, pois o Tônio Carvalho, diretor, é uma pessoa de extrema sensibilidade e sabia quais os atores que já estavam prontos para o mercado, o que não era meu caso.Rs

KR: Considera que sua carreira é marcada como antes e depois do filme 2 Filhos de Francisco?
MK: Guardo um carinho enorme por todos os personagens. Mas é claro que tem uns que marcam mais e outros menos. Tive a chance de fazer personagens bons, no começo com o Perereca, onde pude brincar com um adolescente inconseqüente. Claro que para um ator que vem da Malhação, um produto que muitos atores acabam passando, nem todos conseguem mostrar sua diversidade no trabalho. O filme 2 Filhos de Francisco foi uma chance de mostrar um algo a mais, por ser um personagem ou melhor uma pessoa  real,presente,  um ídolo, o desafio era maior pois eu tinha a aprovação ou não do próprio e também por parte dos fãs dele. Fazer cinema, onde você pode se entregar e viver aquele personagem, faz o trabalho ficar muito mais interessante, agradável e gostoso de fazer.       

KR:Como foi se despir do ego e da vaidade tendo que raspar o cabelo e ficar barbudo, para viver o personagem Eunnuco, da minissérie A História de Ester?
MK: Um ator tem que estar preparado para qualquer personagem, independente de suas características físicas ou psicológicas. Quando escolhi a carreira de ator já sabia que passaria por transformações para viver personagens de diferentes caracterizações. Sou bem resolvido comigo mesmo Já fui loiro, cabeludo, índio, careca e velho.   Nos meus trabalhos nunca tive vaidade e sempre pensei que eu dia faria um personagem que rasparia o cabelo. Confesso que um Judeu eunuco não era o que eu esperava. Mas foi um desafio, e acredito que quanto maior o desafio maior a vontade do ator em superá-lo.  

KR: Sei que faz faculdade de cinema. Você pretende trabalhar por trás das câmeras também no futuro?
MK: Fazer faculdade de cinema faz com que o leque de opções se amplie além de saber como funciona uma produção  onde o ator é uma peça fundamental. Gosto da fotografia da parte da montagem e da direção, o futuro é agora. Já estou me arriscando por trás das câmeras.

KR: Você viajou para Nova York para rodar o curta metragem Vertigens do Tempo, em que assina a direção.  Como foi essa experiência?
MK: Tenho uma receita de aproveitar situações verídicas para virar filme. Fiz um curta metragem nesses moldes, que se chama "Um dia de Mané". Onde aproveitei uma situação que iria jogar futebol no Engenhão.
À princípio essa viagem para NY  eram somente à passeio mas como eu ficaria lá uns 10 dias comecei a pensar que poderia fazer um filme. E fiz. Aproveitei essa viagem e fiz um roteiro chamado "Vertigens do Tempo". Precisei da colaboração de alguns colegas da faculdade aqui no Brasil, lá em NY, meu pai que é fotografo fez a câmera, e eu e minha namorada que também é atriz atuamos. Foi bem interessante pois tive a oportunidade de dirigir e atuar ao mesmo tempo, o que é uma tarefa bem difícil. Estou finalizando ainda, o que posso adiantar que vai ser um projeto bastante ousado. 

KR: Pretende investir na carreira de diretor?
MK: Ainda preciso estudar muito para virar diretor, para isso tem etapas a serem passadas. Estou fazendo isso, primeira coisa e me formar. Depois seria preciso ser assistente de direção. É claro que estudando cinema faz aguçar esse lado de se auto produzir. Já estou fazendo isso, gosto de edição, fotografia e direção. Vou fazendo meus pequenos projetos até aprender e depois me arriscar a vôos mais altos.   

KR: Como é participar do Planet Globe, time de futebol de artistas que fazem partidas beneficentes?
MK: Com a Planet Globe pude realizar muitos sonhos futebolísticos, já fiz gol no maracanã, já fui campeão mundial de futebol na Rússia, já joguei com Zico, Socrates, Dinamite e muitos outros.
Poder jogar futebol, uma coisa que eu adoro, com amigos, e por uma causa, não tem gesto mais gratificante. A Planet Globe é uma família onde tenho muitos amigos onde nos reunimos toda quarta no Clube Federal para uma "pelada" e depois aquele tradicional chopinho.

KR: Qual a sensação de ter participado do desfile da escola de samba Aliança de JoaçabaSanta Catarina, como destaque de uma das alegorias no enredo que falava sobre o chimarrão?
MK: Caramba!!Como você sabe disso??Pra falar a verdade esse foi um dos trabalhos que fiz no carnaval, um daqueles que você chega na cidade à tarde faz o trabalho à noite e vai embora no dia seguinte. Não tem como se envolver, nem sabia que fui destaque de alegoria chamado chimarrão, agora que soube, gostei, pois estava na ala certa, dos gaúchos.
 Sensação única foi esse ano que desfilei na mangueira no dia das campeãs, onde aproveitei e fiz um filme "Samba é o melhor Remédio".

KR: Quais objetivos que ainda pretende alcançar em sua carreira?
MK: Meu principal objetivo é poder viver e me sustentar com meu trabalho, é claro que espero desafios e bons personagens e também continuar fazendo as "minhas" histórias.